segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Lutemos com honra!

Esse momento que antecede as eleições gerais do dia 7 de outubro, está marcado pela enorme polarização política.
A guerra de narrativas do "nós contra eles" está cada dia mais intensa, a máquina de fake news segue a todo vapor em ambos os lados e a impressão é de que em nome da vitória eleitoral "vale tudo" e isso é muito nocivo para a democracia, além de ser absolutamente imoral e antiético. Boatos, teorias da conspiração, chicanas jurídicas, revelação de baixarias familiares e uma  série de  outras munições grotescas vêm sendo usadas nesta guerra  política que  entricheirou o país. Mais do que nunca precisamos de lucidez no jeito de fazer política.
É preciso resgatar a importância de se jogar dentro dos limites legais, morais e sobretudo éticos, pois será isto que nos reconduzirá para um futuro de ordem e progresso o qual tanto desejamos desde que nos tornamos uma república.
O Brasil que queremos só irá vingar, quando entendermos que moralidade, civismo, legalidade e ética devem fazer parte de todo o processo de construção de uma nação forte e desenvolvida e depende que cada brasileiro de bem esteja imbuído em combater a má política, essa política das mentiras, das manipulações, das corrupções, e das reais ameças á democracia e ao estado de direito.
Lutemos com as boas armas e com coragem reconhecendo que o Brasil deve estar acima de tudo e Deus acima de todos!

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Não podemos deixar escapar a chance de mudar esse país!!!

Fico muito triste em perceber muitos que ainda não entenderam o momento pelo qual passa o País, e que a despeito de tudo o que se tem visto, ainda assim compram a ideologia das esquerdas e seus representantes de forma voluntária, ou que decidiram cruzar os braços, abrindo mão de sua responsabilidade como cidadão.

Pois, bem, o Brasil é governado pela esquerda (PT) ou pela centro-esquerda (PSDB/PMDB) desde 1985, e como o Emílio Odebrecht disse em depoimento à Lava-jato sobre as propinas e negociatas com os governos, "há 30 anos se faz isso", ou seja, foi só os militares saírem que a tudo isso começou. "Isso", que é feito há 30 anos, refere-se a corrupção sistêmica, quase que institucional e que se tornou o mecanismo para se fazer as políticas de estado de todos os governos desde então. E como se não bastasse toda a corrupção sistêmica que se verificou estar presente nos três poderes e em todos os níveis institucionais, vemos ainda a incompetência perpetuar crises e fazer o Brasil ser o eterno país de um futuro grandioso que nunca chega, que tem índices precários no IDH, apesar de todo o potencial de riquezas naturais que possuímos e se vê mergulhado na violência incontrolável, cujas taxas de homicídios são maiores de que em países declaradamente em guerra. 

É notório que as esquerdas quase sucatearam esse país e agora partem com tudo, para o próximo passo que é a implantação de um regime socialista com uma máscara democrática, tal qual Hugo Chávez conseguiu implementar na Venezuela, através de regulação da imprensa, perseguição as religiões, criação de conselhos "populares" que tiram o poder do parlamento eleito e o transfere a um grupelho de militantes totalmente cooptados pelo governo, além da corrupção e cooptação das forças armadas, desconstrução do modelo familiar tradicional e por aí vai. Todos os partidos da esquerda no Brasil são declaradamente amantes desse modelo que levou a Venezuela ao caos.

E como disse no inicio, fico triste pois ainda tem muita gente apoiando candidatos ligados a uma ideologia que já se mostrou ultrapassada, não deu certo em lugar nenhum do planeta, e que a história testifica ser a responsável por genocídios que vitimou mais de 100 milhões de pessoas em vários locais do mundo. 

Mas apesar da tristeza, surge uma pequena esperança, pois pela primeira vez em anos, o Brasil terá a oportunidade de frustrar os planos da esquerda e ter um governo realmente comprometido com a soberania nacional e com o desenvolvimento da nação através de uma política conservadora nos costumes e liberal na economia, que privilegia o empreendedorismo e a geração de empregos, lembrando os grandes estadistas como Reagan e Margaret Thatcher que disseram, que o emprego é o melhor programa social que existe. Pela primeira vez poderemos ter um governo que deseja resgatar a educação dando autoridade ao professor e trazendo para toda a rede pública de ensino, o modelo de excelência educacional que temos nos colégios militares. Pela primeira vez, poderemos ter um governo que enfrentará a violência com energia, seriedade, valorizando a vida do agente da segurança e sem a vitimização do marginal.

O Brasil não pode deixar se levar pelo verdadeiro discurso de ódio propagado pela esquerda, que chegou ao ponto de um atentado covarde contra a vida de Jair Bolsonaro, e perder a chance de sepultar o projeto de poder da esquerda de uma vez por todas!

Não podemos deixar escapar a chance de mudar esse país radicalmente, basta de foice e martelo cortando nossa esperança e demolindo nosso futuro! 

#elesim, #JairBosonaroPresisidente,#JB17

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Independência ou morte?

Amanhã o Brasil comemora o dia da Independência. Dia de relembrar que em 7 de Setembro de 1822, as margens do riacho Ipiranga Dom Pedro bradou a célebre frase:"Independência ou morte" que daria início ao fim do Brasil colonial.
O que poucos sabem é que somente  em agosto de 1825, Portugal reconheceu a independência do Brasil. Esse reconhecimento só foi possível, graças a um pagamento de cerca de 2 Milhões de Libras Esterlinas a título de indenização aos portugueses, emprestados pela Grã-Bretanha. Ou seja, nossa independência foi obtida mediante a liberação de algumas malas de dinheiro...
"Independência ou morte" foi só retórica do então Príncipe-Regente, no fim das contas ninguém precisaria morrer desde que houvesse algumas malinhas de dinheiro para Portugal. Acho que foi assim que surgiu o tal "jeitinho brasileiro". Com algumas Libras, compra-se deputado, senador, presidente l, empresários, Olimpíada, quem sabe até Copa do Mundo, e claro a Independência! Que vergonha, Brasil!
Oro para que um dia realmente sejamos uma brava gente que luta por um país livre e sem corrupção, e que sem qualquer temor servil, trabalhemos e lutemos pela real liberdade do Brasil!
Independência ou Morte!

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Casamento é coisa séria

Quando nos casamos de fato há uma união muito especial. Há uma conexão tão forte e singular, de modo que, o que acontece no cônjuge reflete no outro. Se a esposa sofre, o esposo sofre também, se um é ofendido o outro sente a ofensa da mesma forma.
Isto me leva a outra reflexão. A Bíblia compara a união de Cristo com a igreja ao casamento. Um laço indissolúvel, com eterno amor, que resultou no sacrifício de sangue na cruz do Calvário. Ora, se quando nosso cônjuge sofre, sofremos, e se quando ele é ofendido nos ofendemos, qual será a reação de Cristo quando sua Noiva é ultrajada? Essa questão deveria nos inspirar mais temor. Mas observamos não raras vezes, que muitos tem feito a igreja sofrer, muitos têm zombado dela, muitos têm a ofendido, muitos têm maltratado a esposa do Senhor, e os que fazem isso parecem não se dar conta de que estão causando indignação no Senhor.

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Ideologia, eu quero uma pra viver!

Meus heróis
Morreram de overdose
Meus inimigos
Estão no poder

Ideologia!
Eu quero uma pra viver
Ideologia!
Eu quero uma pra viver

(Cazuza)

Estamos a pouco mais de um ano para as eleições presidenciais e a disputa promete ser uma das mais acirradas dos últimos anos e possivelmente com elevadíssima carga ideológica, apesar da pauta econômica continuar sendo prioridade, tendo em vista a crise sem fim pela qual passa o país e a urgente necessidade de soluções e reformas.

Nesse contexto, na configuração eleitoral do ano que vem, certamente teremos candidatos distintamente de direita, de esquerda, liberais, de centro e de extrema-esquerda e teremos também aqueles que dirão não pertencer a nenhum grupo ideológico (o que será uma mentira, pois certamente estes serão da esquerda fabiana, como diz o Prof. Olavo de Carvalho), uma espécie de Hilary Clinton tupiniquim. Por conta disso, questões como; ideologia de gênero, escola sem partido, cotas, imigração, porte de armas, aborto, etc, certamente terão um espaço bem maior no debate politico que o habitual, aliás estes temas vem dominando as discussões eleitorais em boa parte do mundo, como vimos recentemente na França e nos EUA, com as vitórias de Macron e Trump, respectivamente.

Por aqui, isto se dará muito provavelmente pela candidatura de Jair Messias Bolsonaro, que está bem posicionado nas pesquisas e defende abertamente pautas mais conservadoras e parece ter viabilizado sua candidatura ao falar para um público cansado de como o Brasil tem sido afetado radicalmente pelo marxismo cultural, cuja principal motivação tem sido nos últimos anos desconstruir os conceitos da civilização ocidental judaico-cristã, sobre os quais desde os primórdios o país tenta se fundamentar e isso certamente levará os demais candidatos a terem respostas que possam contrapor-se competitivamente às opiniões do deputado, que embora a mídia tente desqualificar e ignorar, é sim o grande favorito ao Planalto.

Esse debate ideológico terá um destaque maior durante a campanha muito por conta também, da crescente guerra de narrativas e da polarização acentuada que vem dividindo o Brasil de norte a sul, sobretudo após a reeleição da presidente Dilma Rousseff, cassada em um longo processo de impeachment em 2015. Tal polarização torna necessário, o entendimento por parte dos  candidatos que nesse debate, só vencerá aquele que melhor consiga  apresentar sua proposta ideológica como solução para os reais problemas das pessoas reais, a final de contas o brasileiro está cansado de discursos e retórica vazia, e de soluções fictícias para factóides. O povo quer uma ideologia, que realmente sirva pra viver!

Deus abençoe o Brasil!

PT - Uma estrela cadente

Dando uma rápida olha na minha modesta biblioteca, achei um livro publicado em 2005, do colunista do jornal Gazeta do Povo e da revista ...