quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Segundo a promessa, aguardamos

(2 Pedro: 3. 13.) "Nós, porém, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e uma nova terra, nos quais habita a justiça."
Pedro  em sua segunda carta faz sérias admoestações, quanto a necessidade de termos uma fé firme. No texto acima e mais precisamente no capítulo 3, o apóstolo fala sobre um ponto importante da fé cristã, que é a certeza da segunda vinda de Cristo.
Gostaria de salientar alguns aspectos deste texto que precisam ser observados.
Primeiro, Pedro faz uma distinção, ele destaca os que verdadeiramente são de Cristo, "nós, porém".
Isto é, enquanto muitos torcem as Escrituras, enquantos muitos zombam, enquanto muitos são incrédulos e vivem como se tudo se limitasse a estja vida, enquanto alguns até tenham uma capa de piedade, mas, por dentro são cheios de maldade e podridão e vivem na hipocrisia, "nós, porém, aguardamos segundo a promessa".
Ou seja, aqueles que aguardam segundo a promessa, são diferentes, são separados!
Em segundo lugar é muito interessante a ênfase de Pedro.
Ele deixa claro que nós não aguardamos segundo nossos achismos, não aguardamos segundo o senso comum, não aguardamos segundo a palavra dos teóricos, dos teólogos, mas aguardamos "segundo a promessa". Aguardamos, segundo a Palavra de Deus, ou seja, nossa crença na volta de Cristo é segundo o que está escrito.
Em terceiro lugar, analisemos que aguardar segundo a promessa é ter fé. É se agarrar ao invisível, ao impalpável. É crer que quem prometeu é fiel para cumprir e que certamente cumprirá sua promessa.
2 Timóteo: 2. 13. se somos infiéis, ele permanece fiel; porque não pode negar-se a si mesmo. 
Hebreus: 11. 1. Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem.

domingo, 19 de janeiro de 2014

A ira de Deus



Romanos: 1. 18. Pois do céu é revelada a ira de Deus contra toda a impiedade e injustiça dos homens que detêm a verdade em injustiça.

Não tenho dúvida de que assim como a misericórdia, a ira também seja um atributo de Deus. A ira de Deus fica evidente quando analisamos a realidade do inferno. Pois, enquanto que o conceito de Céu demonstra toda a graça e misericórdia de Deus ao livrar da perdição aqueles por quem Cristo morreu, o inferno com todo seu sofrimento e pavor, demonstra a justiça de Deus na condenação daqueles que obstinadamente rejeitaram sua Palavra e andaram segundo a dureza de seus corações.


A ira de Deus não é um sentimento como o nosso. Antes, a sua ira e indignação está contra o pecado, um mal comum a todos os homens e que ofende sua Santidade.


Esta ira só foi aplacada em Jesus. Nele todo o pecado do homem foi imputado, Ele se apresentou como um Cordeiro expiatório. Levou sobre si toda a culpa, ( 2 Coríntios: 5. 21. Aquele que não conheceu pecado, Deus o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus ).

Na cruz o sangue derramado de Jesus, foi o perfeito e único sacrifício capaz de justificar o pecador e selar sua a paz com Deus!

Romanos: 5. 1. Justificados, pois, pela fé, tenhamos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo, 2. por quem obtivemos também nosso acesso pela fé a esta graça, na qual estamos firmes, e gloriemo-nos na esperança da glória de Deus.

Louvado seja Deus, que com seu amor e graça livra da sua ira aqueles que estão em Jesus!

O Crente perde a salvação!??






Judas: 1. 24. Ora, àquele que é poderoso para vos guardar de tropeçar, e apresentar-vos ante a sua glória imaculados e jubilosos, 25. ao único Deus, nosso Salvador, por Jesus Cristo nosso Senhor, glória, majestade, domínio e poder, antes de todos os séculos, e agora, e para todo o sempre. Amém.


Queridos, penso que nada no Calvinismo é tão confortador como a doutrina da Perseverança do crente. Uma vez salvo, sempre salvo! Amado, Deus é poderoso para nos guardar de tropeçar (cair da graça) e nos conserva imaculados (sem as manchas e a culpa do pecado) e jubilosos para apresentar-nos a Ele, a fim de que Ele receba a glória.

Não tenhamos dúvidas de que a salvação do crente é eterna. Nenhuma força ou circunstância, tem poder para nos separar do amor de Deus, conforme Paulo escreve aos Romanos (8:39). Lembremos também, que as ovelhas que o Pai deu ao Filho ninguém pode tirar dele, pois, Ele é maior que todos, o próprio Cristo fala isto para alguns Judeus, conforme citou João (10:29).

Então já que não perdemos a salvação o crente pode pecar a vontade, certo? Errado! De modo algum! A certeza da salvação, não significa, todavia, que temos licença para pecar.

Saibamos que os salvos, são nascidos de Deus. São novas criaturas, que vivem segundo Deus, não mais segundo a carne.

1 João: 5. 18. Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não vive pecando; antes o guarda aquele que nasceu de Deus, e o Maligno não lhe toca.

Não é que não tenhamos pecado, mas, uma vez regenerados não temos prazer em pecar, nosso prazer é agradá-Lo em todo tempo. Uma vez salvo, para sempre salvo da escravidão do pecado!

Incredulidade nos Púlpitos



"O problema com pastores incrédulos não é o que eles dizem, mas o que eles deixam de dizer, os temas que evitam, os assuntos que nunca mencionam, como a ressurreição de Cristo, a infalibilidade das Escrituras, a veracidade e confiabilidade da narrativa bíblica, o poder do Espírito para regenerar a natureza humana pecaminosa, a morte vicária de Cristo, a realidade da tentação e a necessidade de resisti-la. É assim que sobrevivem, evitando matérias de fé e pregando aquilo que um rabino, um mestre espírita ou líder muçulmano também pregaria, como a honestidade e o amor ao próximo, por exemplo".

Rev. Augustus Nicodemus Lopes

Lendo isto, chego a conclusão que a incredulidade nos púlpitos protestantes é maior do que imaginamos, pois o que tem pastor que prega sobre assuntos triviais e rasos, não tá no gibi.

As doutrinas da graça, como a incapacidade humana, eleição incondicional, expiação limitada, graça irresistível e perseverança dos salvos, e outros temas tão importantes, são evitadas e substituídas por temas de auto-ajuda, tais como: "como ter isso, como ter aquilo, como viver os sonhos de Deus, sete passos para isso, ou aquilo outro, como ser cabeça e não cauda, princípios sobre uma vida assim, ou assado"...

Por isso a fraqueza de muitas igrejas, pastores sem fé preparam alimento sem os nutrientes importantes para o verdadeiro crescimento na fé da igreja. Misericórdia Deus!

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Falando de Predestinação



Romanos: 11. 5. "Assim, pois, também no tempo presente ficou um remanescente segundo a eleição da graça. 6. Mas se é pela graça, já não é pelas obras; de outra maneira, a graça já não é graça."

"Também no presente ficou um remanescente segundo a eleição da graça"

PT - Uma estrela cadente

Dando uma rápida olha na minha modesta biblioteca, achei um livro publicado em 2005, do colunista do jornal Gazeta do Povo e da revista ...