Opinião, críticas e reflexões sobre diversos assuntos, sob uma ótica reformada, patriota e equilibrada.
terça-feira, 25 de novembro de 2014
A Crise Confessional da Igreja Brasileira
domingo, 19 de janeiro de 2014
Incredulidade nos Púlpitos
"O problema com pastores incrédulos não é o que eles dizem, mas o que eles deixam de dizer, os temas que evitam, os assuntos que nunca mencionam, como a ressurreição de Cristo, a infalibilidade das Escrituras, a veracidade e confiabilidade da narrativa bíblica, o poder do Espírito para regenerar a natureza humana pecaminosa, a morte vicária de Cristo, a realidade da tentação e a necessidade de resisti-la. É assim que sobrevivem, evitando matérias de fé e pregando aquilo que um rabino, um mestre espírita ou líder muçulmano também pregaria, como a honestidade e o amor ao próximo, por exemplo".
Rev. Augustus Nicodemus Lopes
Lendo isto, chego a conclusão que a incredulidade nos púlpitos protestantes é maior do que imaginamos, pois o que tem pastor que prega sobre assuntos triviais e rasos, não tá no gibi.
As doutrinas da graça, como a incapacidade humana, eleição incondicional, expiação limitada, graça irresistível e perseverança dos salvos, e outros temas tão importantes, são evitadas e substituídas por temas de auto-ajuda, tais como: "como ter isso, como ter aquilo, como viver os sonhos de Deus, sete passos para isso, ou aquilo outro, como ser cabeça e não cauda, princípios sobre uma vida assim, ou assado"...
Por isso a fraqueza de muitas igrejas, pastores sem fé preparam alimento sem os nutrientes importantes para o verdadeiro crescimento na fé da igreja. Misericórdia Deus!
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
sábado, 27 de julho de 2013
Reforma nos púlpitos evangélicos, uma necessidade urgente!
Quem dera se se todos os obreiros do nosso tempo soubessem o que é SÃ DOUTRINA. Talvez não ouviríamos tantas abobrinhas nos nossos púlpitos....
Tito: 2. 1. Tu, porém, fala o que convém à sã doutrina.
É urgente uma reforma nos púlpitos "evangélicos"!
Muitas comunidades que eu conheço estão morrendo por falta de comida sólida, estão desnutridas pois os obreiros negligentes estão oferecendo leite adulterado, um evangelho diferente daquele que Paulo, Pedro e os pais da igreja pregavam...
A panela (o coração do pregador) onde a comida (os gélidos e inúteis sermãos) é preparada está cheia de morte, pecados inconfessos, ódios e provocações, ganância, adultérios e mentiras, arrogância, cegueira e preguiça espiritual...
Por causa desses obreiros fraudulentos, anátemas... O nome Cristo é escarnecido entre os incrédulos e a igreja tem sofrido bastante!
Com lágrimas nos olhos...
quinta-feira, 25 de julho de 2013
O Púlpito e o punhal
Por Cleyton Gadelha
Reconhecendo que é nosso dever, como cristãos, estarmos do mesmo lado, permito-me, entretanto, apontar o dedo contra nós mesmos. Sim, precisamos que alguém, afinal, diga que as armas que estão matando nossa identidade foram gestadas por nossa tolerância autofágica.
É desesperadora a angústia de precisar se agarrar à tentativa de fazer a igreja permanecer em moldes biblicamente concebíveis.As últimas três décadas foram devastadoras para a igreja no Brasil. À medida que a igreja ia sendo transformada de protestante em "evangélica", as estatísticas do IBGE embriagaram nossa percepção.
Quase ninguém se dava conta que o processo estava apodrecendo a Igreja por dentro. Os fatores que viabilizavam tal crescimento não eram, nem de longe, legítimos como práticas cristãs.
Dos "dentes de ouro" à "Marcha prá Jesus" parte de nossa herança foi extraviada. Sem reflexão teológica, a igreja caiu nas mãos de celebridades da música gospel e de líderes carismáticos que invadiram a mídia, assumindo de forma usurpada, o direito de falarem em nome da Igreja.
A face pública do movimento chamado evangélico parece, como diria Olavo de Carvalho, "uma gigantesca máquina de desentortar banana". Visibilidade impressionante, mas completamente esvaziado de significado.
O que está aí é estatisticamente impressionante, mas não pode ser celebrado como cristianismo, porque não o é. Um "cristianismo" que não produz impacto moral sobre a sociedade. Um cristianismo que, várias vezes, fica aquém da moral pagã, não foi, evidentemente, esculpido pelo poder santificador do Espírito Santo.
Por outro lado, as denominações históricas, que deveriam ter ancorado o cristianismo no porto da reforma protestante, praticaram crime ainda maior, quando entregaram suas escolas teológicas nas mãos dos liberais.
Seminários protestantes pagaram salários a professores liberais que corromperam a fé dos nossos jovens que, indefesos,foram entregues nas mãos deles para serem "bultmanntizados", "tilichizados"etc. Esses jovens, depois de quatro anos, eram feitos pastores e, usaram nossos púlpitos como arma letal de desconstrução do cristianismo bíblico. "Quem apóia lobos, sacrifica as ovelhas". Por isso a história não nos tem por inocente.
Muitas igrejas morreram, e o punhal que as matou foi um púlpito pejado de má teologia.Batistas, Presbiterianos e todos os históricos, precisamos fazer um "mea – culpa" porque a resposta dos nossos pais ficou muito aquém da necessidade da igreja e, nós, não somos melhores do que os nossos pais, portanto chorar é também nossa parte.
Como Deus sempre tem que salvar o seu povo, porque se dependesse de nós, seu plano seria de todo extraviado, mais uma vez está Ele vindo em nosso socorro.
É encorajador ver algo novo, burbulhante, se movendo como um broto emergindo de um toco queimado. Há uma força que não se deterá por ser pequena. O Senhor já começou sua reação. Há um vigoroso despertamento das igrejas do Brasil rumo às Doutrinas da Graça.
O mote dos anos 70/80 era: Doutrina não! Doutrina divide! Esse bordão enganoso está sendo substituído no coração de um remanescente que começa a bradar nos púlpitos e nas redes sociais, em acampamentos e em conversa de mesa: Doutrina sim! Teologia Sim! E que sejam aquelas velhas doutrinas que mudaram a Igreja e o mundo no século 16. Como disse Marcos Granconato: "Teologia é como vinho, quanto mais velha melhor". Palavras como Wittenberg, Genebra, Dort, Westminster, Puritanos, Credo, impronunciáveis há alguns anos, compõem agora a falação da galera jovem e dos veneráveiss anciãos de nossas igrejas. A hora da virada chegou!
Deus está visitando a igreja no Brasil para reesculpir sua face com o cinzel da virilidade bíblica e da pujança dos reformadores que batalharam pela fé dos santos sem jamais desfalecerem.
Fonte: http://www.blogfiel.com.br/
PT - Uma estrela cadente
Dando uma rápida olha na minha modesta biblioteca, achei um livro publicado em 2005, do colunista do jornal Gazeta do Povo e da revista ...
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Observando alguns adeptos do #elenao que estão falando de Bíblia com extrema paixão e aparente autoridade como se nela cressem, e de forma ...

