Opinião, críticas e reflexões sobre diversos assuntos, sob uma ótica reformada, patriota e equilibrada.
quinta-feira, 19 de março de 2015
O pragmatismo, é trocar Samuel por Saul
terça-feira, 17 de março de 2015
A excelência no ministério
A excelência no ministério.
A nomeação de obreiros para o ministério pastoral, diaconal e de ensino deveria ser criteriosa, como a Bíblia determina, porém, tenho reparado que muitos líderes e boa parte da membresia de alguns ajuntamentos simplesmente ignoram os princípios mais básicos para escolha de seus obreiros.
Com isso, pessoas desprovidas de capacitação teológica e de plena comunhão com Deus, imaturas na fé, claramente sem aptidão para a função, sem testemunho dos de dentro e dos de fora, com famílias desestruturadas e o principal, sem o chamado de Deus, irresponsavelmente, tem sido escolhidas para a condução da igreja. O trágico resultado desta maneira leviana de constituir obreiros infelizmente conhecemos bem, e listaremos alguns danos à igreja:
Diluição da pregação bíblica em meros conceitos humanistas e sincréticos.
Disciplina eclesiástica inexistente.
Desconhecimento das doutrinas da graça.
Mornidão espiritual e mundanismo.
Estagnação do crescimento saudável.
Dentre outros graves danos.
Precisamos entender que obra de Deus é coisa séria! A igreja não é uma associação qualquer, cuja, liderança possa ser exercida sem critério e sem o claro chamamento da parte de Deus.
O Episcopado não é para curiosos voluntários, ou mero cargo para ser distribuído como ofício político, como forma de agradar pessoas ou determinados grupos na igreja. Antes, o Episcopado, é uma excelente obra que só pode ser exercido por gente plenamente convicta do chamado divino, e que deve ser plenamente reconhecido pela Igreja local. E a régua para avaliar o vocacionado está nas Escrituras em textos como:
1°Tm 3:1-13, At 6:1-3, Tt 1:5-9, 2°Pe 5-1-4
É tempo de clamar a Deus para que Ele abra os olhos daqueles que tem ignorado sua Palavra, fazendo mal ao rebanho, julgando estarem fazendo o bem. E que seja recuperado nas congregações o senso da santidade e da justiça de Deus e da supremacia das Escrituras face aos dilemas da igreja, para que em tudo nos submetamos a Ela em amor e obediência.
#solascriptura
#soliDeogloria
segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
O crescimento verdadeiro da igreja
"E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo.". Por fim, outro sinal de genuíno crescimento é a comunhão, a unidade no culto e o relacionamento entre os irmãos fundamentado no amor. Ora, do que adianta uma igreja cheia de pessoas que não possuem laços de amizade e fraternidade? Ou pior, cheia de pessoas que brigam por qualquer coisa, por cargos, por destaques e por outras vãs ambições ou ciúmes? A primeira igreja perseverava também "na comunhão, no partir do pão e nas orações". Aquela igreja era unida, seus fiéis perseveram unanimemente, isso não quer dizer ausência de divergências, mas sim que a fé evangélica estava acima de qualquer diferença ou divergência de opinião. Acima de tudo, estava a alegria de poderem juntos servirem a Cristo, tanto no templo, como nas casas. Eis aí outro maravilhoso sinal de crescimento; comunhão plena, amor fraternal, alegria e constância no culto público, mas também no ajuntamento informal.
Portanto, a maneira correta de saber se uma igreja está crescendo vai muito além dos números. Sabemos se a igreja está crescendo verdadeiramente, quando ela solenemente se submete a Palavra e exalta suas doutrinas como verdadeiro tesouro. Sabemos quando uma igreja está crescendo quando as pessoas reconhecem o contraste entre a grandeza de Deus e a pequenez de vossas almas, e, por isso se portam cheias de temor, tremor e reverência diante d'Aquele que é Santo. Sabemos quando uma igreja está crescendo, quando há uma constante preocupação em repartir, em ajudar os mais pobres, em ajudar a quem precisa, em ser generosa. Sabemos quando uma igreja está crescendo, quando esta, é unida e tem a causa do reino em primeiro lugar, quando o trato entre os irmãos é pautado pelo amor, respeito e profundo zelo e amizade. Saibamos por isso, que quando uma igreja tem tais características,Deus em sua soberana e graciosa vontade, salva pecadores remidos e os enxerta na videira, fazendo assim, sua igreja crescer também numericamente de forma saudável.
sábado, 6 de dezembro de 2014
A Ceia do Senhor e o juízo de Deus.
1 Coríntios: 11. 28-32
"Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma do pão e beba do cálice. Porque quem come e bebe, come e bebe para sua própria condenação, se não discernir o corpo do Senhor. Por causa disto há entre vós muitos fracos e enfermos, e muitos que dormem. Mas, se nós nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados; quando, porém, somos julgados pelo Senhor, somos corrigidos, para não sermos condenados com o mundo."
Amanhã é domingo, e sendo primeiro domingo de dezembro em nuitas igrejas será celebra a última Ceia do Senhor em 2014. Por isso o texto a seguir para nossa meditação.
Muitos quando leêm a primeira carta de Paulo aos Coríntios enxergam uma igreja problemática, e de fato, naquela igreja existiam muitos problemas: divisões, tolerância para com o pecado e imoralidades, visão equivocada acerca dos dons do Espírito e de seu uso na igreja, uma liturgia fora do padrão desejado por Deus, irreverência na celebração da Ceia do Senhor e por aí vai. Contudo, é bom entender que a igreja de Corinto, assim como, as Sete igrejas da Ásia, e todas demais igrejas citadas no Novo Testamento, nos servem de arquétipos, exemplos positivos ou não para a igreja de hoje.
Quando Paulo ensina aos irmãos corintios sobre como a Ceia deveria ser celebrada, ele pela direção do Espírito, também aproveitou para alertá-los acerca do perigo que correm aqueles que tomam parte na Mesa, porém, indignamente ou sem o discernimento correto deste importante memorial cristão.
Paulo ensina que tais pessoas estão trazendo sobre suas vidas juízo da parte de Deus, e tal juízo é manifestado pela presença de pessoas "fracas e doentes e muitas que dormem".
Se pararmos para analisar muitas das nossas igrejas de hoje, constataremos muitos crentes fracos, doentes e que estão dormindo, estes sinais caracterizam pessoas ou congregações inteiras que estão num estado de paralisia espiritual, infrutíferos, irrelevantes e alienados da presença de Deus. Tais pessoas ou igrejas estão sendo julgadas por Deus, pelo fato de em algum momento terem tomado da Mesa do Senhor, indignamente, sem a devida compreeensão e principalmente por não fazerem uma autoavaliação sincera comparando suas ações, práticas e convicções com as Santas Escrituras.
Os irmãos de Corinto estavam comendo e bebebdo a Ceia indignamente e sem a exata compreensão sobre o que de fato representava aquele momento. A mesma situação ocorre atualmente. Embora ninguém se embreague ou coma desordenadamente, ainda assim, muitos estão comendo e bebendo indignamente quando não reconhecem, confessam e abandonam seus pecados, sendo humildes e contritos, antes preferem manter a hipocrisia das falsas aparências de santidade e retidão, mesmo a consciência lhes acusando de invejas, contendas e outros dolos contidos no coração. Outros comem e bebem a Ceia sem discernimento, quando não entendem biblicamente a realidade e a profundidade da graça soberana de Deus na salvação, antes implicitamente ou até mesmo abertamente associam a salvação com algum próprio mérito, resultante de seus esforços, obediência ou obras.
Muitas pessoas e igrejas inteiras estão sob julgamento e ficaram paralisadas espiritualmente pelo fato de não fazerem uma autocrítica sincera. Quando deveriam refletir humilhando-se sob a potente mão de Deus, persistem em andar na obstinação e dureza de seus corações enganando-se a si mesmos acreditando estarem fazendo a coisa certa.
"Se julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados".
Deus julga seu povo e isso é bom, prova seu interesse por nós, pois do contrário seríamos condenados com o mundo; porém o juízo de Deus é duro, doi e pode nos causar sofrimento, afinal de contas: "Horrível coisa é cair nas mãos do Deus vivo". (HB 10:31).
Que não sejamos tolos de comungar a Ceia indignamente ou sem o correto discernimento da obra graciosa e redentora de Cristo, antes que examine-mo-nos diligentemente e alcancemos graças do Senhor para sermos frutíferos, relevantes e vividamente atuantes nele pela fé e em amor.
Soli Deo Gloria.
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
Revitalização de Igreja: Um Trabalho de Tartaruga, Não de Lebre
PT - Uma estrela cadente
Dando uma rápida olha na minha modesta biblioteca, achei um livro publicado em 2005, do colunista do jornal Gazeta do Povo e da revista ...
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João 8:1-11 1 - JESUS, porém, foi para o Monte das Oliveiras. 2 - E pela manhã cedo tornou para o templo, e todo o povo v...
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Dando uma rápida olha na minha modesta biblioteca, achei um livro publicado em 2005, do colunista do jornal Gazeta do Povo e da revista ...
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Observando alguns adeptos do #elenao que estão falando de Bíblia com extrema paixão e aparente autoridade como se nela cressem, e de forma ...

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